Uma hamburgueria artesanal no La Vie

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Notícias das Caldas
Fernando Cruz é um dos dois sócios que fundaram o grupo Queen, detentor da QueenMama’s, da Gourmet Zone e, mais recentemente, da Estação | I.V.

Abriu na passada semana a Estação Hambúrguer, no terceiro piso do La Vie. Trata-se de uma hamburgueria artesanal que pertence a Fernando Cruz e Luís Amaral, proprietários do grupo Queen (que inclui os restaurantes QueenMama’s e Gourmet Zone) que tem oito restaurantes em todo o país.
Inspirado numa estação ferroviária (daí o nome), na Estação pode comprar-se, por exemplo, um Bilhete, um Apeadeiro ou uma Locomotiva, que são os nomes dados aos hambúrgueres.
Este é o segundo espaço da Hambúrgueria Estação, que só existia no La Vie da Guarda. A criação deste conceito vem no seguimento de “uma tendência crescente na procura por uma alimentação mais saudável”.
Já a aposta nas Caldas está relacionada com o facto de verem na cidade termal e no centro comercial “potencial para crescer”, disse Fernando Cruz, notando que no La Vie não existia nenhuma hamburgueria.

A carne (portuguesa) é picada no restaurante, os legumes vêm da Praça da Fruta e o pão de Peniche. “Caldas é uma das zonas do país com melhores produtos frescos”, notou Fernando Cruz. Além de hambúrgueres na Estação servem-se francesinhas.
Os menus custam entre 4 e 6 euros (com batatas e bebidas), mas é possível comer apenas o hambúrguer. A partir de Junho será criado um hambúrguer do mês a preços mais económicos.
Em tons de preto, amarelo e castanho imitando a madeira e com garrafas penduradas no tecto a servirem de candeeiros, a decoração do espaço foi pensada pelos dois sócios.
O grupo já tinha, desde há seis anos, dois restaurantes no La Vie das Caldas: o Queen Mama’s e o Gourmet Zone, que “têm crescido entre 10 e 15% ao ano”.
Os sócios investiram 80 mil euros (fruto de capitais próprios) para abrir este espaço, criando sete novos postos de trabalho, que se juntam aos outros 35 que o grupo, criado há três anos, emprega.
As obras, que transformaram todo o espaço – do chão ao sistema de exaustão – demoraram cerca de três meses e foi preciso comprar maquinaria. I.V.